Por Arlindo Freire (*)
Vivemos em profundo enigma cultural: a maioria das pessoas que estudam e pensam
prefere desconhecer, abandonar e esquecer a cultura indígena, especialmente a do Rio Grande do Norte no decorrer de quase todo o tempo da história, motivo pelo qual temos a impressão de que Vivemos no Mundo sem Ninguém – muito longe de suas
orígens, seu passado, presente e futuro, motivo pelo qual, hoje em dia, somos um povo de indígenas extintos pelos mais diversos motivos.
Temos a impressão de que falta a revisão sobre esse comportamento, desde a consciência pessoal, grupal e coletiva – para que mais tarde possamos mudar esta situação de alienados, inconsequentes do que somos e guardamos em nossos costumes e hábitos caracterizados, noite e dia, pela cultura dos homens e mulheres
primitivos, sem os quais não existiriamos!!!

(*) Jornalista, escritor, do Instituto Histórico e Geográfico do RN – IHGRN e da União Brasileira de Escritores – UBE/R|N
ENIGMA CULTURAL
Por Arlindo Freire (*)
Vivemos em profundo enigma cultural: a maioria das pessoas que estudam e pensam
prefere desconhecer, abandonar e esquecer a cultura indígena, especialmente a do Rio Grande do Norte no decorrer de quase todo o tempo da história, motivo pelo qual temos a impressão de que Vivemos no Mundo sem Ninguém – muito longe de suas
orígens, seu passado, presente e futuro, motivo pelo qual, hoje em dia, somos um povo de indígenas extintos pelos mais diversos motivos.
Temos a impressão de que falta a revisão sobre esse comportamento, desde a consciência pessoal, grupal e coletiva – para que mais tarde possamos mudar esta situação de alienados, inconsequentes do que somos e guardamos em nossos costumes e hábitos caracterizados, noite e dia, pela cultura dos homens e mulheres
primitivos, sem os quais não existiriamos!!!

(*) Jornalista, escritor, do Instituto Histórico e Geográfico do RN – IHGRN e da União Brasileira de Escritores – UBE/R|N