Por Eduardo Gosson e outros poetas

“A UM MENINO QUE VIROU ANJO E FOI  MORAR NUMA ESTRELA ENFEITADA DE AZULE AMARELO:  FAUSTO GOSSON” (Lúcia Helena).

 

Hoje,  Dia da Criança, não pude viver em sua plenitude este belo dia: é que está faltando um menino na minha Nau e, por isso, o Vento Leste perdeu o  vigor  e, as embarcações, não tomaram a direção do Azul: greve geral na flora e fauna marinhas. O faroleiro morreu de tristeza ao tomar conhecimento da sua volta para a casa do Pai, mesmo sabendo que “o nosso destino é partir e regressar”. Queria, ao menos se despedir, e orientar-lhe no  caminho  da volta…

“Meu querido menino, santos eram teus olhos,

O Senhor da paz está contigo em óleo “ (Alexandre Abrantes)

“cai  a tarde

O sol se esconde” (Chico Oliveira)

“Deus, na hora extrema

Resgatou-te das trevas”

“enquanto o coro uníssimo

Dos serafins te esperam

E te acolhem

Sem restrição alguma

Que não seja o amor” (Diulinda Garcia))

Eu não  sabia que doía tanto!