A tua existência corpórea,
embora efêmera
por tantos reveses passou
e quantas marcas ficaram
em ti,em nós
que o amamos.
Mas agora caminhas
em direção à paz
que buscavas  tanto,
quanto a inspiravas
se contrapondo
à barbárie terrena.
Agora em tua estrada,
a brisa brinca com a folhagem
e sob os teus pés,
pedra já não há.
Descansas ao som da lira
dos arcanjos,
enquanto o coro uníssono
dos serafins te esperam
e te acolhem
sem restrição alguma
que não seja o amor.

Diulinda Garcia
Em  20.06/12.