Nasceu em Natal em 17 de julho de 1979, estudou no Colégio Nossa Senhora das Neves e assim que aprendeu a ler, apaixonou-se pelos quadrinhos, consumindo vorazmente revistinhas diversas até iniciar-se na leitura de livros bastante estimulantes graças aos conselhos dos ótimos professores e professoras que teve na escola.

Cursou Jornalismo na UFRN e Publicidade&Propaganda na UnP, tendo cursado também uma especilização em Redação Publicitária na ESPM (RJ). Estudou línguas nos Estados Unidos e na Espanha, trabalhou com Publicidade e Marketing Político a serviço das agências Professa (RJ), Giovanni FCB (RJ), Armação (RN) e Art&C (RN) antes de abrir o Comitê de Soluções Criativas (RN) em janeiro de 2008.

Publicou os livros “Verão Veraneio – Crônicas de uma Cidade Ensolarada” (Jovens Escribas, 2004), “É Tudo Mentira – Histórias Inverídicas de um Autor Falso e Fingido” (Jovens Escribas, 2006) e “Mano Celo – O Rapper Natalense” (Jovens Escribas, 2009). Participa da coletânea de contos “Como se não houvesse amanhã” (Editora Record, 2010) que reúne escritores de todo o Brasil na casa dos 30 anos.

Colaborou com inúmeras publicações como AZ Revista, Boca Livre, Revista Palumbo, Preá, Revista do Versailles, Revista Papangu, GloboEsporte.com e o portal Diginet, onde mantém uma coluna semanal há mais de 2 anos. Atualiza também o blogue pessoal http://blogdofialho.wordpress.com.

Em 2004, fundou com os amigos Patrício Jr., Daniel Minchoni e Thiago de Góes, o selo literário Jovens Escribas que já publicou diversos livros desde então, inclusive de autores do nível de Nei Leandro de Castro e Pablo Capistrano.

O autor já lançou seus livros em Natal, Mossoró, Fortaleza, João pessoa, São Paulo e Belo Horizonte, havendo concedido entrevistas para veículos de todo o Brasil e participado como autor convidado de eventos como Feira do Livro de Mossoró, ENE (Encontro Natalense de Escritores), Balada Literária (SP), Encontros de Interrogação do Itaú Cultural (SP), Bienal do Ceará (CE) e Bienal da Paraíba (PB).

Sobre o autor, Nei Leandro de Castro escreveu: “Carlos Fialho me surpreende. Suas histórias são bem escritas, docemente sacanas, inteligentes e nos dão a certeza de um escritor que não deve ficar nos limites da crônica”.

Carlos Fialho, tal qual no início de suas leituras, continua bastante um leitor voraz, de livros, publicações diversas e tudo mais que lhe apareça diante dos olhos.