Por Lívio Oliveira (*)

 

ANDO MEIO COMOVIDO em meio aos meus estudos, a um só tempo prazerosos e dolorosos, sobre a obra e a vida de Vinícius de Moraes, com vistas a um debate que acontecerá na Fliq/Cientec no dia 23 deste mês, e que, além de minha humilde participação e da essencial do grande cronista Vicente Serejo, contará com a presença do biógrafo do nosso homenageado, o importante escritor José Castello. 

A minha emoção, pela passagem da data em que o grande Vina completaria 100 anos, vem se avolumando a cada arquivo aberto na internet e a cada livro que folheio e a cada CD que ouço. Como Vinicius era rico, meu Deus! Uma fonte inesgotável de beleza! 

Vem-me, nesses dias e a todo tempo, a seguinte pergunta: será que agora que o Brasil vivencia as inúmeras festividades e comemorações que têm sido realizadas ESPONTANEAMENTE em torno do nome de V.M. e se espalhado de forma fenomenal e virótica (no melhor sentido) por todo o país, será que agora vão reconhecer, finalmente, que Vinícius de Moraes NUNCA foi um poeta menor e que, na verdade, Vinícius de Moraes foi e é, sim, um COLOSSO da nossa POESIA e das nossas ARTE e CULTURA?

(*) In face book, 20.10.2013)